terça-feira, 7 de novembro de 2017

AI- 5 e Anisitia...por Profª Alcilene Rodrigues

Historia e Sociologia

23 aula

AI-5
O Ato Institucional nº 5, ou AI-5, foi editado em 13 de dezembro de 1968 e vigorou até o início de 1979. Ao contrario dos Atos Institucionais que o antecederam, não tinha prazo de vigência: não se tratava de uma medida excepcional transitória.
 O AI-5 conferia ao presidente da República poderes para:

  • fechar provisoriamente o Congresso
  • cassar mandatos
  • suspender direitos políticos
  • demitir ou aposentar servidores públicos
O AI-5 também suspendia a garantia de habeas corpus aos acusados de crimes contra a segurança nacional e de infrações contra a ordem econômica e social e a economia popular. Seu texto integral se encontra no site do Senado.

Anistia 

Em 1979, ainda sob o regime militar, o Brasil assistiu a um importante passo a caminho da abertura politica anunciada no governo do general Ernesto Geisel (1974-1979)e levada adiante no governo do general João Batista Figueiredo (1979-1985), a votação da Lei da Anistia.
A Anistia é o perdão concedido pelo Estado aos condenados por crimes de natureza politica. Desde 1968, diversos setores da sociedade civil se articularam em defesa da anistia aos presos e exilados políticos condenados pela ditadura.
Diante da força adquirida por diversos movimentos dentro e fora do Brasil, em junho de 1979 o governo encaminhou ao Congresso o projeto de Lei de Anistia. Aprovada por 206 votos contra 201, e promulgada em 28 de agosto, a lei beneficiou os cidadãos punidos por atos de exceção desde 9 de abril de 1964, data da edição do AI-5. No 1º de novembro de 1979. voltaram ao Brasil os primeiros brasileiros exilados no exterior pela ditadura militar. 



Monitorando a aprendizagem

1- A canção de Geraldo Vandré foi considerada um hino de protesto contra o regime militar no Brasil. Ela foi apresentada ao publico em um festival de musica em 1968 ( ano do AI-5), no qual tirou o segundo lugar. Identifique os versos que sugerem a necessidade de participação do povo para que haja mudança na sociedade.


domingo, 1 de outubro de 2017

O século das luzes(iluminismo) e as grandes revoluções modernas...por profª Alcilene Rodrigues

História Geral
22 aula

 A maioria das pessoas continuava a viver no campo, a Igreja continuava a defender seus princípios e suas interdições, e as monarquias absolutas sustentavam a ideia de que os homens nasciam desiguais, ou seja, de que a sociedade estava presa a uma estrutura hierárquica rigidamente definida. Já na última década do século, porém, percebeu-se que um novo Renascimento estava começando.. O movimento intelectual que se iniciou então, e desabrochou no século seguinte, foi chamado de Iluminismo, e é considerado pelos estudiosos o primeiro grande passa na construção de uma cultura burguesa.

Burguesia - a origem da palavra remonta ao século XII: burguês era o habitante do burgo, povoação formada em torno de um castelo ou mosteiro fortificado. A burguesia era o conjunto de mercadores e artesões que habitavam as cidades e desfrutavam de direitos especiais dentro da sociedade feudal. A partir do século XVIII, a palavra passou a ser gradualmente empregada para designar os empregadores dos ramos da manufatura, do comércio e das finanças, que se consolidavam como nova classe dominante concomitantemente ao declínio da nobreza.

O século XVIII ficou conhecido na história do pensamento ocidental como aquele que viu prosperar o grande movimento de ideias em favor da liberdade de pensamento e do livre curso de razão humana que foi o Iluminismo. Entre  seus principais idealizadores estão o inglês John Locke (1632-1704) e os franceses Montesquieu (1689-1755), Voltaire (1694-1778) e Jean Jacques Rousseau (1712-1776). Sua mais famosa e sempre citada definição foi dada pelo filosofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), ao responder à pergunta: O que é o iluminismo?
O iluminismo é a saída do homem do estado de tutela, pelo qual ele próprio é responsável. O estado de tutela é a incapacidade de utilizar o próprio entendimento sem a condução de outrem.Cada um é responsável por esse estado de tutela quando a causa se refere não a uma insuficiência do entendimento, mas à insuficiência da resolução e da coragem para usa-lo sem ser conduzido por outrem. Sapere aude(expressão latina que significa: tenha a coragem de saber, de aprender).Tenha a coragem de usar seu próprio entendimento. Essa é a divisa do Iluminismo. Immanuel Kant.1784.

O iluminismo estimulava, no plano das ideias, uma cultura centrada na capacidade e na autonomia do individuo e defendia o predomínio da razão sobre a fé. A razão e ciência, e não submissão a dogmas, deveriam ser as bases do entendimento do mundo. A razão era característica do ser humano em contraposição aos animais, a ciência, o desdobramento da capacidade humana de desenvolver a razão. Embora tenha nascido na Inglaterra e na Holanda, o movimento teve sua expressão mais forte na França. E o século XVIII ficou de tal maneira a ele associado que recebeu o nome de Século das Luzes.
A aposta na razão tem suas consequência. Ver o mundo como fruto da ação dos homens é diferente de vê-lo como resultado da vontade de Deus. Uma primeira consequência dessa maneira de ver foi apostar na capacidade de mudar o que era fruto da ação dos próprios homens. As injustiças, os sofrimentos causados pelo fato de uns terem muito e outros pouco, as condições desiguais em que viviam as pessoas, tudo isso poderia ser alterado em nome de uma sociedade mais humana. Se o homem fez, ele mesmo pode modificar: foi essa a ideia que inspirou as duas grandes revoluções politicas do fim do século XVIII, a Revolução Americana de 1776 e a Revolução Francesa de 1789.
A Revolução Americana foi o desfecho da guerra de independência das Treze Colonias inglesas na América do Norte. Em 4 de julho de 1776, seus representantes reuniram-se e votaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América.Reunidos em novo congresso na Filadélfia, em 1787, os chamados pais fundadores dos Estados Unidos promulgaram a primeira Constituição política escrita dos países do Ocidente.
Os ideais que moveram os lideres da Revolução Americana já eram cultivados na Europa, principalmente na França, onde a monarquia absoluta começara a ser questionada. As criticas se dirigiam ao poder centralizado, à manutenção de privilégios excessivos para a nobreza e o clero, e a exploração dos homens comuns, os plebeus, sem que se pudesse impor ao poder discricionário dos governantes o limite da ação dos governados.
Entre os plebeus, os burgueses, que se dedicavam as atividades do comercio, da troca, do mercado, sentiam-se freados em seus propósitos, limitados em suas ambições. Haviam aprendido com os iluministas que todos os homens eram iguais porque racionais. se eram iguais, nada justificava o fato de não poderem se desenvolver segundo suas capacidades, seu talento e sua disposição. Os ideais iluministas inspiraram,assim, o lema da Revolução Francesa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.Em 14 de julho de 1789, a prisão da Bastilha, simbolo do poder da nobreza e da monarquia absoluta, foi tomada pelos revolucionários. Mas outro simbolo produzido pela Revolução teve consequências mais profundas: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, documento que proclamou a igualdade entre todos, pondo um ponto final ao argumento que justificava os privilégios de origem. A sociedade estamental que subsistira durante séculos, da Idade Média à monarquia absoluta, que passou então a ser chamada de Antigo Regime, perdia sua razão de ser. O resultado mais proclamado da Revolução Francesa foi romper com a crença de que, nascidos em uma camada superior, os indivíduos teriam garantia de nela permanece até a morte, ou ao contrario, nascidos em uma camada inferior, estariam para sempre impedidos de ascender a uma posição socialmente mais valorizada.
                                                              


Monitorando a aprendizagem:

1- O iluminismo foi um movimento cultural que difundiu a convicção de que a razão e a ciência deveriam ser a base para a compreensão do mundo. Explique por que a confiança na razão desembocou em revoluções como a Americana e a Francesa.











sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A Revolução Industrial... por profª Alcilene Rodrigues

Sociologia e História

20 ª aula


No quadro das grandes revoluções do século XVIII, há ainda uma que não teve caráter politico, mas que, para o historiador inglês Eric Hobsbawn, representou  o mais importante acontecimento da história do mundo desde a agricultura. Trata-se da Revolução Industrial, que ampliou os meios de sobrevivência dos homens e das cidades, e permitiu uma nova forma de sociabilidade.
 Sabe-se que a expressão Revolução Industrial foi aplicada às inovações técnicas que alteraram os métodos de trabalho tradicionais e, a partir das ultimas décadas do século XVIII, propiciaram um grande enriquecimento econômico. Existe também consenso quanto ao fato de que a Inglaterra foi o primeiro país a entrar na era industrial. No entanto, a Revolução Industrial não foi um episódio precisamente datado, com principio, meio e fim. Muitas vezes a industrialização foi um processo lento. A essência da Revolução Industrial, está, na verdade, na ideia de que a mudança é a norma.
A validade desse principio pode ser facilmente percebida até hoje: inventa-se algo, e em pouco tempo uma nova técnica ou um novo instrumento mais eficiente torna o outro obsoleto.

Alem de alterar a maneira de lidar com a técnica, a Revolução Industrial produziu outras mudanças. A fabrica tornou-se um importante local de trabalho, os capitalistas tornaram-se os detentores dos meios de produção (terra, equipamentos, maquinas), o trabalhador, contratado livremente, passou a receber salario, podendo se deslocar de um emprego para outro. A Revolução Industrial alterou profundamente os meios de produzir, estimulou e provocou a competição por mercados internos e externos, além disso fez com que o trabalho humano passasse a ser combinado de forma sistemática às máquinas e inovações tecnológicas. As mudanças permanentes passaram a ser estimuladas, num movimento que aliava a liberdade de pensamentos a apoio politico para a invenção de novos e mais sofisticados instrumentos.


Definição de Capitalismo
Sistema econômico surgido na Europa nos séculos XVI e XVII, o capitalismo recebeu da Revolução Industrial um estimulo fundamental para se desenvolvimento. Suas bases fundamentais são a propriedade privada e a existência de um mercado com transações monetárias. Isso significa, por exemplo, que no sistema capitalista as fábricas,lojas,escolas, hospitais podem pertencer a empresários, e não ao Estado. Além disso, a produção e a distribuição das riquezas são determinadas pelo mercado, o que significa que, em tese, os preços são definidos pelo jogo da oferta e da procura. De maneira geral, podemos resumir o funcionamento desse sistema da seguinte forma: o proprietário da empresa (o capitalista) compra a força de trabalho de terceiros (os proletários) para produzir bens que uma vez comercializados, lhe permitem recuperar o capital investido e obter um excedente (lucro).

Obs: Essa nova mentalidade contribuiu para o desenvolvimento, em meados do século XIX, de um campo de estudos dedicado a compreender o sentido das transformações sociais e a maneira como os indivíduos a elas reagiam. Com essa promessa nasceu a sociologia.



Monitorando a aprendizagem.
1- Dissemos que a Revolução Industrial foi um marco importante na alteração das concepções sobre a vida em sociedade. Explique Explique com suas palavras como ela contribuiu para a formação do mundo moderno.
2- A sociologia é fruto da modernidade e nasceu com objetivo de interpreta-la. Explique.






terça-feira, 1 de agosto de 2017

Relações entre os seres vivos...profª Alcilene Rodrigues

Biologia

15ª aula

O funcionamento de uma comunidade depende das diversas relações ou interações entre os organismos que a compõem. Essas relações podem ser:

1) intra-especificas ou homotípicas- quando ocorrem entre seres da mesma espécie.





2) interespecíficas ou heterotípicas - quando ocorrem entre seres de espécies diferentes.



Em geral todas são classificadas em:
3) positivas ou harmônicas- quando não há prejuízos para nenhuma população nem para os indivíduos associados.

4) negativas ou desarmônicas- quando, pelo menos, um indivíduos ou uma das populações é prejudicada na associação, o que significa que suas chances de sobrevivência ou de sucessos reprodutivo(medido pelo número médio de filhotes)ficam diminuídas.
5)neutralismo- quando duas ou mais espécies, vivendo no mesmo habitat, não são afetadas umas pela outras.














Veja as associações que estudaremos:






Relações harmônicas
(Interações positivas)

Intra-especificas

Sociedade
Colônia


Interespecíficas

Mutualismo
Protocooperação
Comensalismo


Relações desarmônicas
(Interações negativas)

Intra-específicas

Canibalismo
Competição intra-específica


Interespecíficas

Competição intra-específica

Amensalismo
Predatismo

Parasitismo






REFLETINDO E CONCLUINDO:

1- A avoante também conhecida como arribação (Zenaida auriculata noronha), é uma ave migratória que se desloca no Nordeste., acompanhando o ritmo das chuvas, encontrando-se ameaçada de extinção, em decorrência da caça indiscriminada. A relação com o homem é:
a) harmônica, intra-específica e de predação 
b) desarmônica, intra-específica e de comensalismo
c) harmônica, interespecífica e de parasitismo
d) desarmônica, interespecífica e de predação.

2- Nas relações entre os seres vivos, considere os seguintes códigos; (+) quando o desenvolvimento da espécie se torna possível ou é melhorado;(-) quando o desenvolvimento da espécie é reduzido ou se torna impossível; (0) quando as espécies não são afetadas em seu desenvolvimento. A partir desses códigos, a relação entre duas espécies que ocupam o mesmo hábitat e exploram o mesmo nicho ecológico deve ser representada por:
a) ++
b)+ -
c)+ 0
d)- +
e) - -

Recapitulando:






segunda-feira, 3 de julho de 2017

Crescimento das populações na natureza...por profª Alcilene Rodrigues

Biologia

14ª aula




O crescimento exponencial na natureza é observado apenas em circunstancias especiais e por curto período de tempo. Dois exemplos: uma nova espécie invade um novo ambiente onde ela não encontra, de início, nenhum inimigo natural, populações de insetos de climas temperados crescem rapidamente no verão e na primavera, mas morrem com a mesma rapidez na chegada do inverno (muitos ovos sobrevivem até a chegada do próximo verão). 
 Em alguns casos, o número de predadores e o de presas oscilam ao longo do tempo. Quando o número de presas aumenta cresce. Esse aumento provoca crescimento da mortalidade das presas, que diminuem de número. Com isso, por causa da escassez de alimentos, o número de predadores também diminui e volta ao ponto inicial.
O predador não é o único fator que influi nas oscilações periódicas dessas populações. No caso das populações de lebres e linces do Canadá, a queda no número de lebres(presa) deve-se ao número de aumento de linces e à diminuição na qualidade e na quantidade das plantas que lhes servem de alimento, fazendo com que  muitos indivíduos morram. Além disso, com a perda de peso, pela falta de alimento, as lebres ficam mais vulneráveis à predação dos linces.
A ação combinada da falta de alimento e da predação reduz o número de lebres , o que faz a população de linces diminuir e permite que a população de plantas se recupere. O ciclo recomeça com o aumento do número de lebres e de linces.
O crescimento das populações é influenciado também pela ação de parasitas. Quanto maior a densidade de uma população, maior a proximidade entre os indivíduos e mais facilidade o parasita encontra para disseminar-se.

Refletindo e concluindo: 
1) Que fatores provocam uma oscilação periódica na população de presas e seu predador?



Animais de estimação camuflados conseguem se esconder de seus donos dentro de casa.



sábado, 3 de junho de 2017

A Grande Depressão...profª Alcilene Rodrigues


Historia e Sociologia


A Grande Depressão


20ª aula  

A Grande Depressão foi um período de recessão econômico que teve inicio em 1930. Considerado o pior e mais longo período de recessão do século XX, caracterizou-se por altas taxas de desemprego e quedas drásticas na produção industrial, no preço das ações e no Produto Interno Bruto de diversos países. A Grande Depressão foi um evento durante o qual a economia dos EUA passou por uma violenta recessão após a quebra da Bolsa de Nova York. Nesse contexto, as empresas produziram em quantidades que não equivaliam ao poder de compra do mercado e, por esta razão, tiveram que abaixar o preço dos produtos e despedir milhares de trabalhadores. No mercado externo, a Grande Depressão pôde ser sentida nas nações europeias que dependiam fortemente dos recursos financeiros emprestados pela economia norte-americana. A partir da crise, os governos europeus também foram vitimados pelo retrocesso da economia dos Estados Unidos da América.
Embora os Estados Unidos já estivessem atravessando um período de dificuldades, foi no dia 24 de outubro de 1929 que a Grande Depressão começou. Nesse dia conhecido  como Quinta-Feira Negra, as Bolsas de Valores de Nova York caíram drasticamente, levando milhares de pessoas a perder grandes quantidades de dinheiro, ou até mesmo tudo o que tinham.
Os efeitos da Grande Depressão foram sentidos no mundo inteiro, mas de forma diferente em cada lugar. Países como os Estados Unidos, o Canadá, e o Reino Unido foram duramente atingidos e sofreram grandes prejuízos econômicos e sociais.
No liberalismo econômico clássico a economia é pensada como um organismo capaz de se autorregulamentar, capaz de conceber as alternativas que a levariam ao equilíbrio. Sob tal aspecto, a intervenção do Estado é vista de modo negativo, tendo em vista que essa interferência impediria que a economia viesse a se desenvolver mais e mais. Em contrapartida, o New Deal abandona essa visão autorreguladora da economia ao acreditar que a intervenção do governo seja necessária para que os desequilíbrios do sistema econômico não venham a causar prejuízos que afetem toda a sociedade.
Já no Brasil, o período da Grande Depressão correspondeu a uma época de industrialização acelerada. As implicações da Depressão na economia brasileira foram bastante significativas. O descontrole da economia norte-americana reduziu drasticamente os lucros obtidos com a exportação do café. Por esse mesmo motivo, vários setores do comércio e da indústria também foram obrigados a fechar postos de trabalho, tendo em vista que também dependiam dos lucros do café para ampliarem.
Politicas de combate à Grande Depressão foram implementadas em diversos países. Os pontos principais dessas politicas eram a intervenção do governo na economia e os programas de ajuda social, como foi o caso do New Deal americano. Foi a partir dai que se construiu o chamado Estado de Bem-Estar Social. Em alguns  países, a Grande Depressão foi um dos fatores que contribuíram para a ascensão de governos de extrema direita, como o governo nazista da Alemanha.Os efeitos da Crise de 1929 não foram sentidos na União Soviética tendo em vista que o país se encontrava em um modelo econômico restrito aos países que integravam o bloco dos países socialistas. Através dos chamados planos quinquenais, Stálin orientava o modelo de desenvolvimento da economia por meio de metas que se renovavam a casa período de cinco anos.
Assimilando Conceitos:
1-A Grande Depressão eclodiu num mundo otimista que parecia caminhar na direção de uma prosperidade permanente. Ela iniciou-se com o crack da bolsa de Nova York em outubro de 1929, afetando todas as atividades econômicas dos Estados Unidos e se propagando através do mundo.
a) Caracterize a Grande Depressão e indique o motivo pelo qual seus efeitos foram sentidos em diversas regiões do mundo.
b) Indique uma consequência da Grande Depressão para a economia brasileira.

2-Entre os fatores que ocasionaram a crise de 1929 nos EUA destaca(m)-se:
a) o protecionismo rígido, a escassez de crédito bancário e a superprodução.
b) a saturação do mercado, a crise na agricultura e o crash da bolsa de Nova York.
c). a superprodução, a saturação do mercado e a expansão desmedida do crédito bancário.
d) a adoção de programas de construção de obras financiadas pelo Estado para minorar o desemprego.
e) a excessiva oferta de terras e o protecionismo rígido.

 3-NÃO pode ser considerado(a) consequência da crise econômica de 1929:
a) a retração do comércio internacional e da produção industrial, bem como a queda do preço das matérias-primas.
b) o crescimento do desemprego na Alemanha, país cuja economia era baseada na exportação de produtos industrializados.
c). o crescimento econômico da União Soviética baseado na Nova Política Econômica (NEP).
d) a eleição de Franklin Delano Roosevelt para a presidência dos Estados Unidos, com um programa de recuperação econômica.
e) o crescimento eleitoral do Partido Nazista na Alemanha.


4-Em 1929, a Bolsa de Valores de Nova York quebrou.  As ações se desvalorizaram drasticamente; os estoques de cereais se acumularam; os preços dos produtos baixaram.  Fazendeiros faliram.  As grandes indústrias diminuíram fortemente a produção; as médias e pequenas fecharam.  Grandes massas de trabalhadores ficaram desempregadas.  O Estado, essencialmente liberal, não intervinha na produção e o mercado sozinho não controlava a crise.  Para controlar a crise, Franklin Delano Roosevelt, democrata eleito presidente em 1932, lançou um programa de reconstrução nacional, o New Deal, cuja meta era promover reformas profundas na sociedade norte-americana. Baseando-se no texto, responda: Qual a diferença entre o liberalismo econômico clássico e o New Deal?

5- Faça um pequeno parágrafo explicando por que a União Soviética não sentiu os problemas gerados pela Crise de 1929.



                                                      Pois é, os ricos também choram:

   


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Crescimento da População Humana.........profª Alcilene Rodrigues

Biologia
13ª aula



O aperfeiçoamento das técnicas de produção de alimentos e o controle de muitas doenças pela medicina, pelo saneamento e pela vacinação propiciaram um aumento na média de vida, uma queda na taxa de mortalidade e um crescimento exponencial da população humana, chamado de explosão demográfica
Embora a maioria dos cientistas concorde que é necessário desacelerar o crescimento populacional de forma e estabilizar a população em um ponto compatível com os recursos do planeta, a superpopulação não pode ser apontada como a única  causa da fome,  da miséria e da degradação ambiental. O uso inadequado do sol  e dos recursos hídricos,  por causa  da ignorância ou da busca de lucro rápido, sem a preocupação com a manutenção do equilíbrio ecológico, a má distribuição de renda e os hábitos de consumo das nações ricas são também questões importantes, que precisam ser resolvidas para que se possa garantir um padrão de vida adequado a todos os habitantes do planeta.
A taxa de fertilidade mundial ( o número médio de filhos que cada mulher tem) vem diminuindo, o que quer dizer que a população humana continua a crescer, mas a um ritmo mais lento. 
Para que essa mudança ocorra e, principalmente, para melhorar o nível de vida de toda a população, algumas medidas devem ser adotadas. Noventa e sete por cento do crescimento populacional acontece hoje nos países mais pobres, com baixos índices de escolaridade e serviços de saúde precários. São necessárias medidas que elevem os padrões de saúde, educação e consumo básico dos habitantes desses países.
A elevação da qualidade de vida contribui para a conscientização da necessidade de um controle voluntário da natalidade, além de criar condições econômicas para realizar esse controle. Informação e assistência médica corretas possibilitarão aos casais o direito de decidir quando terão filhos.



Critique as afirmativas abaixo:
1) Crescimento econômico representa automaticamente melhoria nas condições de vida de uma população.
2) A cultura e a tecnologia não podem influenciar o crescimento populacional humano, fenômeno puramente biológico.